Jornalismo: Meu companheiro inseparável

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O jornalismo já faz parte de mim e não há como separar um do outro! (Foto: Pixabay)
O jornalismo já faz parte de mim e não há como separar um do outro! (Foto: Pixabay)
O jornalismo já faz parte de mim e não há como separar um do outro! (Foto: Pixabay)

Quando era criança, sonhei em ser professora, para ensinar algo para alguém. Cresci e quis me tornar veterinária, para ajudar os animais. Um tempo depois pensei em ser atriz e, mais tarde, psicóloga, nutricionista, arquiteta. Sempre fui indecisa e não seria diferente com a escolha da minha profissão.

A ideia de me tornar jornalista surgiu de repente, há cinco anos, no Ensino Fundamental. Eu era muito nova para escolher algo que faria pelo resto da vida, mas não mudei a escolha desde então e sempre estive focada nela.

Ao terminar o Ensino Médio, era chegada a hora de escolher, definitivamente, o que eu “queria fazer quando crescer”. Estava preparada para enfrentar os vestibulares. Com medo, mas preparada. Em fevereiro de 2015, saí de São Paulo, com meus pais, para fazer a matrícula em Pelotas, Rio Grande do Sul.

Eu sabia que a minha escolha teria consequências. Deixei estado, cidade, casa, família e amigos pra trás, sabendo que agora é a hora de olhar para frente, para o meu futuro. Com apenas dezessete anos precisei amadurecer, aprender a me virar sozinha e aprender a suportar a saudade de tudo e de todos. Mas foi por um ótimo motivo. Fiz tudo isso pra comprovar que eu não estava errada. Eu fiz a escolha certa. Jornalismo é o que eu quero para a minha vida. É a profissão que se encaixa comigo.

Estou tendo, durante esse primeiro semestre do curso na Universidade Federal de Pelotas, as melhores experiências da minha vida. Conviver com pessoas de todos os cantos do país, fazer novas amizades, aprender culturas diferentes, aprender a cozinhar, ter que cuidar da casa, administrar tempo e dinheiro. Muitas mudanças em curto prazo. A melhor parte dessa nova etapa são as tarefas da faculdade.

São meus primeiros contatos diretos com o Jornalismo. Sinto a paixão pelo que escolhi em cada detalhe do que estou aprendendo. Desde a história da profissão, passando pela criação de enquete, resenhas, pautas, reportagem, agenda de fontes; até chegar à entrevista coletiva com um fotojornalista conceituado, receber a primeira pauta de um blog jornalístico e assistir palestra com jornalistas formados.

Não me arrependerei! Estou no início de um longo processo, mas não desistirei até chegar onde eu quero. É por amor. É para contar histórias que não recebem atenção. É para questionar. Para informar. Quero me sensibilizar com a minha profissão. Quero conhecer as histórias das pessoas, dos lugares. Quero denunciar impunidades. Quero ser uma boa jornalista, para saber que nada do que eu fiz foi em vão, que não foi tempo jogado fora.

Quero surpreender. Surpreender a todos e, principalmente, a mim mesma. O jornalismo já faz parte de mim e não há como separar um do outro! Tenho orgulho em dizer que serei uma futura jornalista. Digo com sorriso no rosto, brilho nos olhos e emoção no coração. Arrepio-me só de lembrar!

Por Wilma de Araujo Silva

Perfil da Autora

Wilma de Araujo Silva

Wilma de Araujo Silva, nascida em Taboão da Serra, São Paulo, no dia 09 de outubro de 1997. Atualmente cursando o primeiro semestre de Jornalismo na UFPel (Universidade Federal de Pelotas)

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