InícioListasCrise de imagem? Quatro dicas para administrar as consequências

Crise de imagem? Quatro dicas para administrar as consequências

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Não importa se você faz assessoria de imprensa ou é membro do Departamento de Comunicação de marcas, pessoas ou instituições públicas ou privadas. Para entender e atuar como uma espécie de “bombeiro” ao lidar com gestão de crises, confira dicas dos profissionais que participaram da palestra Gestão de Crises, que ocorreu na Faculdade Cásper Líbero, no dia 3 de abril, em parceria com a revista Negócios da Comunicação.

1) As crises têm padrões, obedecem a uma previsibilidade. Por isso, o assessor de imprensa ou jornalista que atua no Departamento de Comunicação precisa ter em mente que é preciso treinar, estudar casos anteriores (internos ou externos) para focar no gerenciamento de tais crises e antever os possíveis problemas que podem manchar a imagem do assessorado – isso não só vale para ele como também para as pessoas consideradas porta-voz ou peça-chave na organização.

2) Um fato pode produzir maior ou menor desgaste de acordo com a forma com que a Equipe de Gestão de Crise lida com ele. Daí a importância do profissional de Comunicação conhecer muito bem a realidade do assessorado e estudar, simular todas as ações possíveis para momentos de emergência. A ideia é planejar, prevenir. “Tem que desenvolver uma cultura interna e pessoal. Também é preciso lembrar-se de que o tamanho do desgaste não é do mesmo tamanho do erro, da falha que causou tal crise”, explica o jornalista e consultor de comunicação Mário Rosa.

3) O fato não é em si a crise. Ela acontece quando o fato vem a tona, torna-se público. E especialmente quando esta publicização impacta negativamente as relações entre empresa/marca/pessoa e seus públicos. “Somada a essa dificuldade, há ainda membros de organizações que diante de uma crise de imagem a negam”, alerta o especialista em gestão de crises, sócio-fundador da MVL e presidente da Attitude PR Mauro Lopes.

4) O movimento natural diante de uma crise de imagem é defender-se. Porém, só isso não basta. O foco precisa ser nas consequências geradas e, especialmente, nas que envolvem as pessoas atingidas, afetadas fora da instituição assessorada. “Tem que buscar a prática da alteridade, de se colocar no lugar do outro”, diz a vice-presidente e membro do conselho da agência CDN Yara Perez.

Para assistir aos melhores momentos da palestra em vídeo clique aqui.

Participaram das discussões o advogado e ex-deputado federal Airton Soares, defensor de presos, perseguidos políticos que liderou a bancada do Partido dos Trabalhadores na Câmara dos Deputados (1979/1984); o jornalista e consultor de comunicação Mário Rosa (autor dos livros A Síndrome de Aquiles: Como cuidar das crises de imagem, pela Editora Gente; A Era do Escândalo e a Reputação na Velocidade do Pensamento, ambos pela Geração Editorial); o especialista em gestão de crises, sócio-fundador da MVL e presidente da Attitude PR Mauro Lopes; e vice-presidente e membro do conselho da agência CDN Yara Perez (autora de um dos capítulos do livro Comunicação Interna – A força das empresas – Volume 2 de 2005, da ABERJE).

Por Fernanda Iarossi.

Perfil de Fernanda Iarossi

Fernanda Iarossi

Jornalista, Mestre em Comunicação Midiática (Unesp) e Professora nos cursos de Graduação em Jornalismo, Tecnológico de Produção Multimídia – Gestão de Conteúdos Multimídia e Mídias Sociais e Pós em Comunicação (Revistas em Plataforma Multimídia: criação, gestão, desenvolvimento e edição e Jornalismo Cultural) pela Fiam-Faam/FMU e Fapcom.

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