Focas entrevistam Paloma Tocci

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Programa Deu Olé (Foto: Divulgação)
Programa Deu Olé (Foto: Divulgação)

Formada em jornalismo em 2005 pelas Faculdades Integradas Alcântara Machado (FIAM FAAM), Paloma Garrues Soubihe Tocci estagiou na Rede Bandeirantes, inicialmente na redação do Jornalismo, seguindo depois para o Esporte. Trabalhou como repórter esportiva durante quatro anos na Rede Bandeirantes no programa Jogo Aberto e no programa Galera Gol da rádio Transamérica Pop de São Paulo. Já passou pelo canal pago BandSports, ainda na Band atuou como repórter nos Jogos Pan-Americanos de 2007 e nas Olimpíadas de Pequim em 2008, onde foi eleita por jornalistas de todo o mundo a musa do Centro de Imprensa dos Jogos Olímpicos de Pequim.

No dia 5 de abril de 2010, assinou contrato com a RedeTV! depois de ter recebido proposta da emissora para no dia 19 de abril, assumir o comando do RedeTV! Esporte no lugar de Flávia Noronha que foi para o TV Fama, além de ter apresentado na mesma emissora, o Belas na Rede. Após dois anos voltou a Rede Bandeirantes, onde atua como repórter, além de ter apresentado diversos programas, dentre eles o Deu Olé e o ZOO.

Leia abaixo a entrevista que a jornalista Paloma Tocci concedeu para a Casa dos Focas.

Paloma Tocci
Paloma Tocci

CF – Você sempre pensou em ser jornalista ou já teve alguma outra opção? O que a levou a escolher o jornalismo?

Paloma Tocci – Sempre gostei muito da aula de português e redação. Além disso, quando a professora pedia para alguém ler determinado texto em voz alta para toda a classe, eu era a primeira a levantar a mão! Já pensei em ser médica, mas, como nunca fui uma aluna muito estudiosa, optei pela área de humanas e o jornalismo. Medicina é estudo para o resto da vida.

CF – O que o jornalismo representa para você?

Paloma Tocci – É uma grande satisfação poder levar informação ao público e ao mesmo tempo entreter.

CF – Você já trabalhou tanto no rádio como na televisão. Quais as principais diferenças que você sentiu entre essas duas mídias?

Paloma Tocci – Penso que na rádio foi onde ganhei a capacidade de improviso, de raciocínio imediato. Na TV o trabalho pode ser mais preparado, digamos assim, mais produzido.

CF – Você iniciou sua carreira no jornalismo da Band, o que a fez optar para o jornalismo esportivo?

Paloma Tocci – Sempre gostei muito de esporte. Aliás, acho que pra trabalhar com esporte e futebol, principalmente, precisa ter paixão. Viver o esporte. Comecei na BandNews e a minha trajetória ali me levou até o esporte. Sempre trabalhei com muita paixão nessa área.

CF – Hoje em dia as mulheres estão ocupando cada vez mais as redações. Como você vê o panorama das mulheres no jornalismo?

Paloma Tocci – Acho que a oportunidade nos foi dada e, como fazemos tudo bem feito, conquistamos esse espaço! A mulher mostrou tanta capacidade quanto os homens, mostrou que tem uma sensibilidade até maior e tanta simpatia quanto eles.

CF – Você percebe algum tipo de discriminação ou de assédio feito contra mulheres jornalistas?

Paloma Tocci – No começo senti muito o preconceito. Muitos pré-julgamentos. Tive que provar que estava ali para trabalhar, para aprender e falar do assunto sobre o qual sou tão apaixonada quanto eles. Hoje, acho que já conquistei meu espaço e o respeito dos colegas de trabalho e da audiência.

CF – Para finalizar deixe uma mensagem para os estudantes de jornalismo.

Paloma Tocci – Primeiro, boa sorte a todos nessa árdua caminhada. Daria dois conselhos: trabalhem com paixão e comecem cedo. Por ser uma área cheia de concorrência, quanto mais cedo começar um estágio, melhor.

Por Emílio Portugal Coutinho.

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