Jornalismo, uma profissão de riscos

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Fotojornalismo de guerra

“Todo mundo tem dentro de si um pouco de jornalista, não é mesmo? Qualquer um pode redigir um texto, expor sua opinião e argumentar. A carreira mais fácil é a de um jornalista, correto? Por que perder tempo em uma formação acadêmica, se para escrever um texto não é necessário possuir um diploma?”

É desta forma que uma grande porcentagem da população mundial pensa, acha que exercer o papel de repórter é simplesmente escrever um texto, porém esta atividade é muito mais além da escrita de textos. É uma paixão pelo que se faz a busca da satisfação profissional. O foco deste trabalho é informar a sociedade sobre os acontecimentos do dia a dia, buscar notícias coesas e relevantes, informar sobre acontecimentos que envolvem diversos assuntos, sem se deixar ser censurado pelas grandes elites, mas correndo grandes riscos.

Ao longo dos anos exercer o papel de comunicador, se tornou um verdadeiro risco, pois o número de assassinatos de profissionais desta área vem crescendo gradativamente. O Brasil está entre os países que mais sofre com assassinato de profissionais da comunicação, ocupou a 11ª posição no Índice Global de Impunidade. Só em 2013 foram 3 homicídios no Brasil e 95 em todo o mundo, informou o Comitê para Proteção aos Jornalistas (CPJ). O serviço de proteção também afirma que a maioria das vítimas é do sexo masculino e 59% se dedicavam a investigações sobre corrupção e 48% sobre criminalidade.

Infelizmente essa situação não ocorre apenas no Brasil, países como: Iraque, Somália, Filipinas, Sri Lanka, Síria, México, Colômbia, Paquistão, Rússia, Nigéria, Índia, também sofrem com o grande número de vítimas. Essas nações são as mais perigosas para exercer essa atividade, são exemplos das impunidades não resolvidas.

Entretanto é necessário que os governantes tomem iniciativas eficientes para diminuir esse grande índice de impunidade, pois todos possuem direito a livre liberdade de expor suas ideias. Criar leis, que possam coibir essa realidade, será o primeiro passo prometido pelo governo brasileiro que enfatiza a criação de uma lei para federalizar a investigação dos crimes  contra a liberdade de expressão.

Por Maria Brandão.

Sobre a Autora

Maria Brandão

Sou estudante de Comunicação Social/Jornalismo, atualmente estou no 3° período, 22 anos de idade, moro em Teresina-PI. Sou uma eterna Jovem Padawan, o aprendizado é que nos motiva e instiga nossa curiosidade de adquirir mais conhecimento. Tenho experiência na área de coordenação de projetos. Minha paixão por jornalismo vai muito além do que posso descrever em palavras. Minha frase motivadora: Traçar metas, obter resultados e ser uma excelente profissional.

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